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PARALIZAÇÃO

Sindicato confirma paralisação de 100% dos ônibus em Feira de Santana na sexta-feira (14)

Empresas de ônibus, a Prefeitura Municipal de Feira de Santana e a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) já foram comunicadas.

12/06/2019 19h14
Por: Rodrigo Santos
Reprodução da internet
Reprodução da internet

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Feira de Santana (Sintrafs) decidiu em Assembleia Geral Extraordinária pela adesão da categoria a Greve Geral que acontece na próxima sexta-feira (14), em todo país, contra a Reforma da Previdência.

O vice-presidente do sindicato, José de Souza, informou que as empresas de ônibus, a Prefeitura Municipal de Feira de Santana e a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) já foram comunicadas, por meio de ofício, sobre a paralisação que vai durar 24 horas.

“Participamos de várias plenária, inclusive essa última, participei em São Paulo, e lá onde todas as centrais e confederações decidiram por unanimidade fazer essa grande paralisação nacional de 24 horas. Nós vamos parar todo o sistema urbano, intermunicipal, fretamento, turismo e escolar. Aqui em v Feira de Santana não vai rodar nenhum tipo de transporte que tenha representação do sindicato. 

Os trabalhadores já foram comunicados, estamos comunicando as empresas, a prefeitura e a Secretaria Municipal de Transporte que no dia 14 não haverá transporte em Feira de Santana. Eles foram comunicados hoje. Essa reforma previdenciária prejudica todos nós, o pessoal do comércio e os ruralistas. Então essa paralisação tem que acontecer porque caso contrário podemos perder muito mais”, informou.

O vice-presidente informou também que a adesão dos trabalhadores será total e que não haverá nem mesmo 30% da frota em circulação.

“Nenhum ônibus sairá das garagens na sexta-feira. Entre as empresas Rosa e São João são em torno de 220 ônibus que estarão parados, com cerca de 1.000 a 1.200 trabalhadores parados entre motoristas, cobradores, despachantes, manutenção e escritório. É uma adesão total. Quando se fala em greve geral não existe os 30% de serviço disponibilizado”, afirmou.

 

 

Informações, do Portal Acorda Cidade
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