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POLÍTICA

Assessoria de Dayane Pimentel responde sobre denúncia ao MPF

Foi veiculada nesta quarta-feira (15) uma denúncia completamente infundada de uma suposta infração de cota feminina de 30% pelo PSL nas eleições de 2018.

17/10/2019 11h59Atualizado há 1 mês
Por: Rodrigo Santos
 Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O secretário geral do PSL no estado, Alberto Pimentel, chamou as denúncias de infundadas. O também secretário da gestão do prefeito ACM Neto (DEM) disse que o PSL teve apenas quatro candidatos, dois homens e duas mulheres, e, por essa razão, não precisaria de uma candidatura fantasma para atingir a cota eleitoral.

“Se tirássemos uma mulher, ainda assim a cota estaria dentro dos 30%, pois nossa candidata eleita foi a presidente do PSL na Bahia, a deputada Dayane Pimentel”, declarou Alberto. Leia trechos da resposta do partido:

“Durante a campanha, atacaram-nos, dizendo que havíamos cortado candidaturas femininas para Dayane ser a única candidata. Agora nos atacam covardemente dizendo que colocamos candidaturas falsas. São argumentos falaciosos e contraditórios. Para fazer sentido, a acusação teria que ser uma coisa ou outra, correto? Por fim, se a citada na matéria Luiza Caroline veio a ser candidata e viajou para os EUA depois que registrou candidatura, não avisando ao TRE e ao PSL, só posso dizer que as pessoas são livres. Ela investiu pouco mais de mil reais do próprio dinheiro e obteve cerca de 600 votos, o que pode ser verificado por qualquer cidadão em consulta ao site da Justiça Eleitoral”.

LARANJAL DO PSL

Para Alberto, denúncias como a apresentada ao MPF foram elaboradas para colar a imagem da sigla na Bahia com denúncias contra a sigla em outros estados.

A Polícia Federal em Minas Gerais revelou que tem indícios concretos de que candidatas laranjas a deputada estadual e federal vinculadas ao PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, falsearam a prestação de contas de campanha no estado.

“Quanto ao vereador David Salomão, de Vitória da Conquista, ele foi derrotado na coligação por Dayane e ficou na segunda suplência. Ele quer somente aparecer à custa de ataques infundados à deputada”, atacou Alberto Pimentel.

Citada na reportagem, a ex-candidata Priscila Chammas negou envolvimento com Luiza Caroline: “Fui candidata pelo Novo, não fizemos coligação com o PSL, nem com ninguém, e não tenho como controlar o que cada um dos meus eleitores e apoiadores faz”.

Chammas lembrou que a Luiza Caroline foi sua apoiadora em 2016, mas que não soube da sua candidatura durante as eleições de 2018. “Se, de fato, ela não se dedicou à própria candidatura, eu não saberia dizer o motivo e nem poderia fazer nada a respeito”, falou.

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