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AUXÍLIO EMERGENCIAL

Bolsonaro diz que não poderá continuar pagando auxílio emergencial por muito tempo

Paulo Guedes também disse que país não aguenta auxílio de R$ 600 por muito tempo. Uma das propostas em avaliação seria pagar mais quatro parcelas no valor de R$ 200

05/08/2020 21h47
Por: Site Feira 24 Horas

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã desta quarta-feira, em conversa com simpatizantes na saída do Palácio da Alvorada, que o governo federal não poderá continuar pagando o auxílio emergencial por muito tempo porque "a economia tem que funcionar", e o benefício custa R$ 50 bilhões por mês aos cofres públicos. Ele também criticou "alguns governadores", sem citar o nome de ninguém, por manterem "tudo fechado" para enfrentar a pandemia do novo coronavírus.

Também nesta quarta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o Brasil não aguenta pagar o auxílio emergencial de R$ 600 por muito tempo. Mas que se o valor fosse menor, seria possível manter o benefício por até um ano.

O minsitro participa de audiência pública na comissão mista da reforma tributária. — O Brasil não aguenta muito tempo. Se fosse R$ 200 ou R$ 300 dava para segurar seis meses, um ano, uma coisa assim. Sendo R$ 600, nós não conseguimos estender mais do que estamos fazendo até agora — disse Guedes.

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