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Países reforçam medidas contra o 'tsunami' da ômicron: trabalho remoto, bares fechados e mais medidas

França e Grécia decidiram que o trabalho remoto será exigido de parte dos cidadãos no começo do ano. Alemannha colocou limite máximo de 10 pessoas vacinadas para realização de encontros.

27/12/2021 às 20h41
Por: Site Feira 24 Horas
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Países reforçam medidas contra o 'tsunami' da ômicron: trabalho remoto, bares fechados e mais medidas

Encontros limitados, trabalho remoto ou confinamento estão entre medidas adotadas por países que enxergam a disseminação da ômicron como um tsunami que já impacta a curva de casos de Covid-19 pelo mundo.

Abaixo, veja anúncios feitos nesta segunda-feira (27) por países como Alemanha, França, China, Grécia, Estados Unidos e Itália.

Alemanha

Restrições planejadas para começar após o Natal já valem em alguns estados a partir desta segunda.

Encontros em grupo (internos ou externos) têm limite máximo de 10 pessoas vacinadas ou recuperadas da doença.

Caso uma pessoa não vacinada participe de um encontro, as restrições se tornam mais rígidas, com membros de uma família limitados a se reunir com no máximo duas pessoas de uma outra casa.

Em várias regiões, academias de ginástica, piscinas públicas, casas noturnas e cinemas estão fechados, com restaurantes e bares funcionado em horários limitados. Grandes eventos culturais e esportivos devem ocorrer sem público.

A obrigatoriedade do uso de máscaras continua em vigor no transporte público e no comércio. A entrada em locais públicos permanecerá limitada àqueles que forem vacinados ou recuperados.

França

A França decidiu que vai tornar compulsório o trabalho em casa pelo menos três dias por semana, conforme anunciou nesta segunda-feira o premiê, Jean Castex. O trabalho remoto compulsório entra em vigor no dia 3 e vale por três semanas.

Grécia

A Grécia anunciou nesta segunda o retorno do trabalho remoto para pelo menos 50% dos trabalhadores dos setores público e privado entre 3 e 16 de janeiro. Restaurantes, bares, cafés e casas noturnas devem fechar à meia-noite.

Na semana passada, o governo impôs a obrigatoriedade do uso de máscara em ambientes internos e externos e cancelou as festividades de fim de ano.

Reino Unido

Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte decretaram novas restrições que incluem limite no total de pessoas em encontros, funcionamento de bares e distanciamento social. Enquanto isso, na Inglaterra, o governo aguarda mais evidências sobre se o serviço de saúde consegue lidar com as altas taxas de infecção.

O ministro da Saúde britânico, Sajid Javid, disse que a variante Ômicron do vírus, que é altamente transmissível, agora é responsável por cerca de 90% dos casos em toda a Inglaterra e pediu às pessoas que celebrem o Ano Novo com cautela.

China

A cidade chinesa de Xi'an anunciou nesta segunda medidas de controle ainda mais rigorosas. Os moradores da metrópole de 13 milhões estão proibidos de dirigir carros e só poderão sair de casa a cada três dias.

Na cidade histórica, todos os estabelecimentos comerciais não essenciais estão fechados e os moradores estão confinados há quatro dias.

A circulação de veículos também foi proibida, exceto para os que ajudam nos trabalhos de controle da doença. A polícia e funcionários da área de saúde devem "inspecionar de maneira rigorosa" os carros. Os infratores podem ser condenados a 10 dias de detenção e ao pagamento de multa de 500 yuanes (cerca de R$ 450).

As autoridades chinesas defendem uma política “zero covid”, numa tentativa de controlar o surto, principalmente diante dos Jogos Olímpicos de inverno, que acontecem em pouco mais de um mês em Pequim.

Itália

Na quinta-feira, o governo endureceu as restrições para conter as infecções em alta, o que incluiu proibir todas as comemorações públicas de Ano Novo e fechar danceterias e clubes noturnos até 31 de janeiro na tentativa de evitar a socialização em massa.

Agora, o debate mais recente é sobre as regras de quarentena. Especialistas em saúde aconselharam o governo a mudar prazos. Pelas regras atuais, as pessoas que entraram em contato próximo com um portador de Covid-19 têm que se isolar durante sete dias se estiverem vacinadas e 10 dias em caso contrário.

Nino Cartabellotta, chefe da fundação de saúde Gimbe, disse que cada caso positivo tem, em média, de cinco a 10 contatos próximos e previu que, dentro de duas semanas, cerca de um milhão de pessoas do país podem ter contraído Covid-19.

Estados Unidos

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, atualizou nesta segunda-feira (27) suas diretrizes de isolamento para casos confirmados de Covid-19. O tempo recomendado passa de 10 para 5 dias, seguido de uso constante de máscara por mais 5 dias quando o paciente estiver em contato com outras pessoas.

Também nesta segunda-feira, o presidente Joe Biden alertou aos governadores que o pico de casos provavelmente sobrecarregará alguns hospitais, particularmente em áreas onde uma proporção alta da população não está vacinada.

Biden não quis dizer se apoia uma exigência de vacina para embarque em voos domésticos, outra medida que autoridades do governo debateram nos últimos dias.

O doutor Anthony Fauci, a maior autoridade de doenças infecciosas do país, pediu nesta segunda que as pessoas evitem aglomerações de Ano Novo para diminuir a disparada de casos provocados pela ômicron.

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