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PF encerra duas empresas clandestinas de segurança privada em Feira de Santana

Na Bahia, cerca de 25 policiais federais participam da operação, cujas investigações foram iniciadas no início do mês de maio.

24/05/2024 às 13h45
Por: Site Feira 24 Horas
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Foto: Divulgação/ PF
Foto: Divulgação/ PF

Duas empresas clandestinas de segurança privada foram encerradas, na manhã de quinta-feira (23), em Feira de Santana, durante a Operação Segurança Legal VIII, da Polícia Federal.


A operação ocorreu em 25 capitais, além do Distrito Federal, e nas 96 unidades descentralizadas da Polícia Federal no país e visa encerrar a atividade de empresas que executam segurança privada sem autorização da Polícia Federal.
Mais de 460 policiais federais realizaram fiscalização em cerca de 500 estabelecimentos, entre casas noturnas, comércios, condomínios e outros foram submetidos às ações fiscalizatórias.


Na Bahia, cerca de 25 policiais federais participam da operação, cujas investigações foram iniciadas no início do mês de maio.


Além de Feira de Santana, a operação foi executada em Salvador e Região Metropolitana, Vitória da Conquista, Juazeiro, Porto Seguro, Barreiras e Ilhéus, sendo encerradas as atividades de 17 empresas que executavam segurança privada sem autorização da Polícia Federal, em comércios, condomínios, casas noturnas, entre outros.
Cidades onde empresas tiveram suas atividades encerradas:

Salvador e RMS: 4

Feira de Santana: 2

Vitória da Conquista: 4

Juazeiro: 3

Porto Seguro: 2

Barreiras: 1

Ilhéus: 1

Total: 17

Riscos 


Desde 2017, a Polícia Federal vem realizando essa operação de âmbito nacional, coordenada pela Divisão de Controle e Fiscalização de Segurança Privada, em Brasília/DF, e deflagrada pelas Delegacias de Controle de Segurança Privada – DELESP nas capitais e pelas Unidades de Controle e Vistoria nas Delegacias Descentralizadas do interior.
A contratação desses serviços de segurança privada coloca em risco a integridade física de pessoas e o patrimônio dos contratantes, já que os "seguranças" clandestinos não se submetem ao controle da Polícia Federal quanto aos seus antecedentes criminais, formação, aptidão física e psicológica.


Além disso, as empresas que atuam na clandestinidade não observam os requisitos mínimos de funcionamento previstos na legislação. No Brasil, somente empresas de segurança privada autorizadas pela PF podem prestar serviços e contratar vigilantes. 

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